Re-ler a "carta" duma amiga:

(…) Sabes que gosto muito de ti e te desejo toda a felicidade do mundo. Sempre me atraíram as pessoas boas de coração e tu és uma delas. Não me esqueço do carinho com que sempre me trataste (…) nem da flor que me deste para me desejar boa sorte na partida, e que está aqui a olhar para mim enquanto te escrevo.
Sabes que podes contar comigo para te lembrar sempre disso, bem como para te dizer coisas que às vezes custam a ouvir...e cá vai mais uma...
Acho que não devias, não deves dizer rigorosamente mais nada! Percebo que o faças, entendo perfeitamente. Precisas de respostas e de fechar portas e com elas abertas não consegues seguir em frente. Trust me, been there, done that. Mas tens que ser capaz de aceitar que as pessoas são incongruentes, que o mundo e as situações não correm como planeamos, e saber dizer não para te protegeres. (…)
Como te disse, suponho que estejas a salivar por uma resposta que te faça compreender mais este «falhanço», (…), mas não te ponhas nessa situação. Nem agora, nem nunca. Dá-te valor. És uma mulher do caralho e é assim que tens que agir. E quem não conseguir ver isso, que se faça à vida. (...)
Assinado..."
Nota: Isto foi escrito há mais de um ano, mas é intemporal...